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Colecionando o Lettering dos Discos de Jazz com Reagan Ray Design GráficoFelipe Tofani on 06/10/2020

Uma seleção dos melhores letterings de discos de jazz do passado recente
Reagan Ray andou pesquisando alguns dos discos mais clássicos do jazz e resolveu isolar os nomes dos artistas. Dessa forma, ele acabou criando uma belíssima seleção de letterings de discos de jazz com o nome de cada artista e o tratamento tipográfico que foi feito na época. Assim, surgiu um mini-tour da história do design gráfico em meados do século XX.

Reagan Ray andou pesquisando alguns dos discos mais clássicos do jazz e resolveu isolar os nomes dos artistas. Dessa forma, ele acabou criando uma belíssima seleção de letterings de discos de jazz com o nome de cada artista e o tratamento tipográfico que foi feito na época. Assim, surgiu um mini-tour da história do design gráfico em meados do século XX.

Meu interesse por design gráfico começou com as capas de discos que eu via por aí na minha adolescência. Nessa mesma época, aprendi que a história desse elemento surgiu com o jazz. Os posters e as capas dos discos foram criações do mercado de jazz para criar uma forma mais interessante de chamar a atenção do mercado para a sonoridade da época e os artistas que estavam criando essa música.

Reagan Ray andou pesquisando alguns dos discos mais clássicos do jazz e resolveu isolar os nomes dos artistas. Dessa forma, ele acabou criando uma belíssima seleção de letterings de discos de jazz com o nome de cada artista e o tratamento tipográfico que foi feito na época. Assim, surgiu um mini-tour da história do design gráfico em meados do século XX.

Reagan Ray andou pesquisando alguns dos discos mais clássicos do jazz e resolveu isolar os nomes dos artistas. Dessa forma, ele acabou criando uma belíssima seleção de letterings de discos de jazz com o nome de cada artista e o tratamento tipográfico que foi feito na época. Assim, surgiu um mini-tour da história do design gráfico em meados do século XX.

Reagan Ray andou pesquisando alguns dos discos mais clássicos do jazz e resolveu isolar os nomes dos artistas. Dessa forma, ele acabou criando uma belíssima seleção de letterings de discos de jazz com o nome de cada artista e o tratamento tipográfico que foi feito na época. Assim, surgiu um mini-tour da história do design gráfico em meados do século XX.

Alex Steinweiss criou as primeiras capas de disco para a Columbia Records em meados da década de 1930 e assim começou a substituir as capas de papel pardo que envolvia os discos de jazz da época. O trabalho de David Stone Martin envolveu o design de alguns letterings bem únicos para Norman Granz e o seu Jazz na Filarmônica. Tudo feito com uma ponta de pena e o seu trabalho, hoje em dia, pode ser admirado no Smithsonian.

Porém, o trabalho mais influente nesse segmento musical vem de Reid Miles que criou mais de 500 capas de discos diferentes para a Blue Note Records. Ele foi o pioneiro no uso de fotografia monocromática e o uso de tipografia para criar arranjos e layouts diferenciados e muito mais interessantes do que o mercado fazia na época. O estilo que ele desenvolveu na época ainda é referência para muitos designers hoje em dia e eu sou bem fã do que ele fez.

Reagan Ray resolveu fazer uma análise do lettering dos discos de jazz e preferiu ficar focado nas letras para facilitar a navegação e a análise do conteúdo. O seu foco aqui é bem relevante já que eu nunca havia me deparado com algo específico como o que ele fez aqui.

Meu interesse por design gráfico começou com as capas de discos que eu via por ai na minha adolescência. Nessa mesma época, aprendi que a história desse elemento surgiu com o jazz. Os posters e as capas dos discos foram criações do mercado de jazz para criar uma forma mais interessante de chamar a atenção do mercado para a sonoridade da época e os artistas que estavam criando essa música.

Meu interesse por design gráfico começou com as capas de discos que eu via por ai na minha adolescência. Nessa mesma época, aprendi que a história desse elemento surgiu com o jazz. Os posters e as capas dos discos foram criações do mercado de jazz para criar uma forma mais interessante de chamar a atenção do mercado para a sonoridade da época e os artistas que estavam criando essa música.

Alex Steinweiss criou as primeiras capas de disco para a Columbia Records em meados da década de 1930 e assim começou a substituir as capas de papel pardo que envolvia os discos de jazz da época. O trabalho de David Stone Martin envolveu o design de alguns letterings bem únicos para Norman Graz e seu Jazz na Filarmônica. Tudo feito com uma ponta de pena e seu trabalho, hoje em dia, pode ser admirado no Smithsonian.

Alex Steinweiss criou as primeiras capas de disco para a Columbia Records em meados da década de 1930 e assim começou a substituir as capas de papel pardo que envolvia os discos de jazz da época. O trabalho de David Stone Martin envolveu o design de alguns letterings bem únicos para Norman Graz e seu Jazz na Filarmônica. Tudo feito com uma ponta de pena e seu trabalho, hoje em dia, pode ser admirado no Smithsonian.

Porém, o trabalho mais influente nesse segmento musical vem de Reid Miles que criou mais de 500 capas de discos diferentes para a Blue Note Records. Ele foi o pioneiro no uso de fotografia monocromática e o uso de tipografia para criar arranjos e layouts diferenciados e muito mais interessantes do que o mercado fazia na época. O estilo que ele desenvolveu na época ainda é referência para muitos designers hoje em dia e eu sou bem fã do que ele fez.

Porém, o trabalho mais influente nesse segmento musical vem de Reid Miles que criou mais de 500 capas de discos diferentes para a Blue Note Records. Ele foi o pioneiro no uso de fotografia monocromática e o uso de tipografia para criar arranjos e layouts diferenciados e muito mais interessantes do que o mercado fazia na época. O estilo que ele desenvolveu na época ainda é referência para muitos designers hoje em dia e eu sou bem fã do que ele fez.

Porém, o trabalho mais influente nesse segmento musical vem de Reid Miles que criou mais de 500 capas de discos diferentes para a Blue Note Records. Ele foi o pioneiro no uso de fotografia monocromática e o uso de tipografia para criar arranjos e layouts diferenciados e muito mais interessantes do que o mercado fazia na época. O estilo que ele desenvolveu na época ainda é referência para muitos designers hoje em dia e eu sou bem fã do que ele fez.

Reagan Ray andou pesquisando alguns dos discos mais clássicos do jazz e resolveu isolar os nomes dos artistas. Dessa forma, ele acabou criando uma belíssima seleção de letterings de discos de jazz com o nome de cada artista e o tratamento tipográfico que foi feito na época. Assim, surgiu um mini-tour da história do design gráfico em meados do século XX.

Acho bem interessante passar o olho por todos esses logos e letterings criados há tantos anos e ver como que muitos deles parecem atemporais e poderiam ser facilmente utilizados por bandas de hoje. Algumas pequenas adaptações digitais precisariam ser feitas mas não tem nada tão historicamente estranho em tudo aqui. E é isso mesmo que me chamou mais a atenção para essa seleção de letterings.

No link abaixo você pode ver ainda mais letterings de discos de jazz. Aqui eu acabei selecionando alguns artistas que gosto mais e alguns letterings que achei mais interessantes. Se você sentiu falta de algum artista, pode entrar em contato com o Reagan Ray direto no link abaixo.

Colecionando o Lettering dos Discos de Jazz com Reagan Ray

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